Fratura por Estresse: Sinais, Riscos e Tratamento

Fratura por estresse:  Sinais, Riscos e Tratamento

Como fraturas por estresse representam um 20% de todas como lesões esportivas, e aproximadamente 4,7% a 15,6% das lesões entre Corredores. Resultam de carregamento cíclico e repetitivo soluçar uma estrutura óssea e diferem das outras fraturas por não decorrerem de eventos traumáticos agudos.

O fator de risco extrínseco mais frequentemente descrito é uma associação entre o baixo nivel de condicionamento físico e o grande volume de de treinamento. Outros fatores são: o aumento súbito na velocidade percorridas e distância na corrida, como condições de superfície inadequadas (piso e calçado).

Os membros inferiores representam os locais preferenciais das fraturas por estresse nas atletas. A tíbia representação cerca de 50% de todos os casos de fraturas por estresse, seguida em geral pelos  ossos do tarso, metatarsos (Dois e Três), fêmur (colo), fíbula, pelve e outros ossos. Nos corredores, a localização predominante das fraturas por  estresse da tíbia ocorre na transição do terço médio-distal.

  Os principais sintomas:

-Dor de inicio insidioso, piora com atividade física e melhora com repouso, após edema esforço, sem história de trauma;

- Dor forte à palpação do local acometido local;

- Queda de desempenho e alterações abruptas no treinamento

O Tratamento é conservador, principalmente nas fraturas de baixo risco, com interrupção das atividades de impacto, sendo permitida a realização de atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento, com intuito de manter uma condição muscular e cardiorrespiratória. No geral, uma imobilização não é necessária ou pode ser utilizada por curto período.